Até o final desta semana o blog volta com tudo e conta a experiência do trekking no Butão, ou melhor dizendo, o país que se auto-intitula Dragão Trovejante no idioma original. Bjs e até lá.
O Blog parou hoje pra assistir a votação no STF pelo site G1.
Voto da MINISTRA CARMEM LUCIA MATOU A PAU !!!! Essa mulher sabe tudo de lei eleitoral !!!!
Essa blogueira ASSINOUUUUUU O FICHA LIMPA e acredito que essa votação é super importante para o nosso país! Acompanhando e torcendo loucamente para que a Lei seja considerada constitucional e de aplicação imediata. Já Nessas eleições !!!!!!
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Outro dia fui em um lugar bacana…..nos fundos….beeeeem nos fundos…de um estacionamento….note na entrada do estacionamento o carinha deitadão na cadeira assistindo televisão…
E o fusquinha? Era a coisa mais linda do estacionamento…..praticamente uma Gisele Bundchen….olha o charme, as curvas e a desinibição ….
Aí você passa por um corredor pouco iluminado e com uns quadros bacanas…..
Gostei desse aí….quaaaaase carrego….
Vai evoluindo pelo corredor no meio daquele climazinho escurinho e de burburinho……
E mais lááááááá no fundo….
TUDO DE BOOOOOM !
Teve John Coltrane, Chet Baker, Bolero de Ravel ….emocionante e catártico! Lugar pequeno e lotado, mas agradável. Um povo bacana vestido de uma forma despojada…ao menos para Sampa né…hehehhe…
Recome(iiii)ndo ! O desafio é passar na rua e detectar o lugar…não tem uma placa, uma indicação….nada…..fique de olho em uma entrada de estacionamento agitada….entra e sai inexplicável de pessoas a pé…..é bem provável que você então acerte o lugar, é certo que o som será bom, o atendimento simpático e a birita boa. Agradeço a dica ao meu amigo Fabio, que sabe tudo de jazz.
BOLERO DE RAVEL
SIMPLY JAZZ
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Festa boa demais! Pra começar aquele cenário maravilhoso do Rio de Janeiro. Aterro e vista para o Cristo Redentor….coisa linda! Aí você vê aquela fila enoooorme. E não anda. E não anda mesmo. Resolve checar na bilheteria o que acontece. Cada hora uma desculpa. “Ingresso acabou e a supervisora foi pegar mais”…ah tá. Passa o tempo e a fila anda um pouquinho…e aquela friaca. E você no salto. Olha em volta e já percebe o público: 95% gay . Homens lindos, cheirosos e educados. Será que festa boa agora é só festa gay? Umas garotas “patricinhas” em grupinhos, uns héteros já meio bebuns. E a fila não anda. Você volta na bilheteria. Virou tumulto. Uma galera perto da bilheteria. Furação de fila total. Bagunça. Depois que vários furaram e a bagunça está instalada os seguranças resolvem agir e organizam a fila com aquelas grades móveis. Vamo lá então. Talvez agora a gente entre. Depois de 2 horas de fila, às 3 da manhã entramos. ENTRAMOS NO PARAÍSO ! Aí entendi aquele povo lá fora aflito, quase se estapendo pra entrar. A “patricinha” chorando pra comover o segurança. As “sapinhas” aguardando com paciência. Os bofes tensos.
Lá dentro era muita música brasileira. Todo mundo cantando e dançando. Os casais gays, homens e mulheres desinibidamente namorando. Estas últimas em quantidade nunca antes vista por mim, juntas no mesmo lugar… me deu muita satisfação. Finalmente estamos chegando em um equilíbrio nesse jogo. Só homen gay e mulher bonita hétero está tornando o mundo muito competitivo… rsrsrsrrs. Os héteros quase imperceptíveis mas marcando certa presença aqui e ali. Aí vi o Gianecchini! Bonitão, alto, feliz dançando. Aquele povo gay deixa ele em paz. Ele e a loura bonitona que estava com ele. Num outro canto o Zeca Camargo com um grupinho de amigos. Como não vejo muito televisão e não sou ligada em celebridades só reconheci esses dois mesmo. E o bacana é que deixaram eles em paz. Deve ser um alívio e tanto curtir sem ser pentelhado por paparazzi, fãs inconvenientes….tudo de bom…….Ninguém me incomodou também…..hahahhahaha
Você tem uma idéia no video que coloquei aí pra você. Note que A COISA terminou lá pelas 7 da matina….
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Quando comecei esse projeto de conhecer a noite paulistana e me tornar uma cicerone melhor para meus amigos em visita a São Paulo, não imaginava que a experiência seria tão rica. Resolvi até expandir para a Cidade Maravilhosa que visito frequentemente e daí o Projeto mudou para Ponte Urbana…
O que se pode esperar de uma balada, ou night como se fala no Rio? As pessoas em geral estão certas quando dizem que na noite as pessoas usam “máscaras”, não são elas mesmas e blá blá blá. Mas acho que isso é normal….as pessoas vestem para a noite um personagem, da mesma forma que vestimos outro para trabalhar, com os amigos, com a família….somos várias pessoas em uma só.
A noite é essencialmente efêmera pois no final das contas são várias pessoas juntas em um lugar sem nenhuma afinidade aparente a não ser a mesma idéia e vontade de estar ali. Não dá pra você ser totalmente você com estranhos né não? A gente naturalmente se preserva e deixa à mostra nosso personagem mais superficial. Por tudo isso mesmo tem sido interessante observar os personagens que as pessoas “vestem” e como se comportam na noite e tem sido muuuuuito interessante.
Apesar de identificar alguns grupos de personagem, o mais interessante tem sido conhecer cada pessoa com quem a gente cruza no caminho, descobrir o que leva aquela pessoa a estar naquele lugar, naquela noite. Dentre os grupos de personagens tem os que conhecemos e que são clássicos até.
Tem o cara do interior ou de outra cidade que vai na balada no sábado para conhecer o lugar, esse é o baladeiro-turista que pode cair na balada gay e só se tocar na fila….mas como tá naquela de turismo, cai dentro pra conhecer,. Sem dúvida que esse tipo é especial, principalmente se for hetero, será provavelmente um papo interessante na noite se você der uma orelha pra ouvir o que ele tem pra te dizer.
Tem o tipo que vai na balada de sábado porque é o único dia em que não precisa se preocupar em trabalhar ou estudar no dia seguinte. Também você pode encontrar aí pessoas igualmente interessantes. Em geral em torno dos 20 e poucos anos com sonhos e projetos. A gente ouve e torce por eles.
Tem aquele pessoal que sai durante a semana….uma espécie diferente….na Ponte Urbana – Rio / São Paulo- em que estou transitando, é um pessoal muitas vezes esticando do trabalho em um happy hour ou, muitas vezes, aqueles baladeiros de carteirinha que tem a disposição de sair durante a semana e ainda trabalhar no dia seguinte quase como se nada tivesse acontecido. Êta disposição ! E são muitos hein…em São Paulo então…
Mas o mais bacana está sendo conhecer cada pessoa, como o grupo de amigos que encontramos no All Black que estava lá junto em memória a um amigo morto havia um ano. Se juntaram pra lembrar do amigo de uma forma positiva, pois foi lá que estiveram com ele pela última vez em uma situação bacana e divertida. Achei mais legal que missa de 1 ano de falecimento, pois foi original e com uma visão positiva da saudade.
Teve o Fabio, garçom gente boa do Astor que queria saber se o Astor do Rio é melhor que o de Sampa (aliás estou devendo este retorno a ele…) . Disse com toda sinceridade que adora trabalhar ali e ainda deu várias dicas de melhor horário pra chegar, a diferença de público de um dia para outro…. Aliás uma constatação bacana é que muitos funcionários dos lugares, e que conversam com a gente, gostam do que fazem e se divertem. Outra coisa que chama atenção é que todos batem palmas para a Lei anti-fumo, mesmo os fumantes. Adoram a mudança. Entendo perfeitamente….
Tiveram os dois caras no Sub-Astor que passaram uns 30 minutos enrolando pra dizer a profissão e no final das contas aquela resposta vaga, fugindo da resposta. Tava difícil de “despir” esses personagens.
Mas teve também o grupo de amigos na The Week, se declararam héteros, uns estavam se divertindo outros achando tudo esquisito…
Ontem estivemos na Festa Gambiarra, na Varanda do Vivo Rio, na Cidade Maravilhosa…..festa super bacana e descolada….(em breve postaremos mais detalhes e imagens dessa experiência)…mas o que quero comentar pra fechar essa reflexão, é que a experiência de ontem me deu um insight valioso sobre porque muitas mulheres têm amigos gays.Ontem, já indo embora, perto da porta, vi um casal (dois caras) dançando animadamente (apesar de ser quase 7 da matina…) , lindos e com um astral super positivo. Sorri pra eles por aquela energia boa que passavam, aquela alegria que no final das contas é saber celebrar esse privilégio de estarmos vivos. Um deles sorriu de volta, um sorriso imenso super carinhoso e afetuosamente apertou o meu ombro num gesto de carinho fraternal. Fui embora feliz.
Mas só hoje de manhã entendi: o que é bonito em um momento desse é que são duas pessoas sorrindo por estarem vivendo aquele momento feliz e compartilhar a experiência, simplesmente. Sem que haja nenhuma conotação de interesse sexual ou cobrança. Aí entendi porque uma balada gay pode acabar sendo mais bacana que outras : podemos ser autênticas, brincar, dizer bobagem, sem o julgamento sobre a nossa imagem. Isso é muita liberdade.
E o projeto segue tentando conhecer um pouco de cada lugar e despir os personagens que encontramos pelo caminho.
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Estou devendo este post da The Week tem duas semanas e tem um pessoal me cobrando querendo muito ver o que acontece por lá…..rsrsrsrrs
A The Week para um hétero é como aterrisar em um outro planeta. Um outro planeta povoado de pessoas bonitas, bem produzidas, interessantes e cheirosas. Vale um comentário no quesito produção….a produção tanto pode ser exuberante desfilada por um ou outro “mulherão”, que olhando bem tem uns pés e mãos um tanto grandes para ser um exemplar original do gênero feminino, quanto pode ser uma produção minimalista a ponto de você se sentir na Praia de Ipanema em frente à Farme. Aquela profusão de torsos nus, malhados, lisinhos sem pelos, te dão a impressão de que você está na praia e que houve um eclipse solar que deixou tudo às escuras. Para uma mulher é um lugar onde ninguém se sente feio, gordo ou velho, pois não há o clima de paquera e concorrência característicos da noite. É relax total. É como estar em uma festa com amiguinhas. Notei que a mulherada de uma forma geral estava com os modelitos “guerra total”. Do tipo que só dá mesmo pra usar em uma balada “entre amigas” senão seriam certamente atacadas. Se você tem aquele modelito sem vergonha total e nunca ousou vestir, a The Week é o lugar.
O ambiente é enoooooorme e tem uma área externa para fumantes. Mas esse pessoal nem fuma gente! Vi pouquíssimos fumantes! A área externa tem uma piscina bem cuidada com alguns bares em volta e demos a sorte de pegar uma lua cheia.
MAS ATENÇÃO! Ahhhhh…existem surpresinhas espalhadas por ali. Alguns héteros desgarrados (e quero acreditar que curiosos) marcam presença aqui e ali. O interessante é que os héteros se concentram em uma das pistas….a pista menor e que na noite em que fui a DJ era uma mulher. Observando melhor creio que entendi o mistério: é exatamente a pista menos cheia e onde não estão os ma-ra-vi-lho-sos gogoboys mostrando o seu gingado. Pra homem também não deve ser fácil disputar com o visual malhado e gingante dos gogoboys. Deve rolar uma deprê e arrependimento, quem sabe, de não ter se empenhado na academia; mas com certeza momentâneo, pois observamos alguns exemplares de hétero sem blusa, rebolando a barriguinha e fazendo estilo sensual-engraçado-não tô nem aí. Foi hilário. Também tiveram seu momento.
Pra mulherada pouco importa, até porque a idéia das que vão ali é principalmente dançar mesmo. Pra mim o melhor mesmo foi a pista com aqueles Adonis gingando. Nada melhor que dançar e observar esses caras lindos dançando. Checa só.
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Esta semana foi noite de “All Black”. Foi uma saída despretensiosa, com muito frio e uma chuvinha chata e desanimadora. Mas o Projeto da Noite Paulistana é um compromisso sério…! Então saímos em direção ao Vaca Véia, mas no meio, mudança de planos e caímos em um bar nos Jardins chamado All Black…..Jeitão de pub….público meio happy hour meio balada….um mix de bom tamanho. Importante….Hetero! Rsrsrsrrs…em se tratando de Jardins, sem preconceito, somente uma constatação…..nunca se sabe como será o ambiente e a preferência sexual predominante….!
Para nossa surpresa, o ambiente era 10! Meio escurinho, não muito conveniente para comer, mas mesmo assim pedi um sanduba de salmão com salada que foi surpreendentemente gostoso e super bem feito. A pouca luz não era problema, pois era pra comer de olhos fechados…
O clima em torno bem bacana. Um pessoal em mesas, um outro tanto de pessoas meio em pé meio sentadas ao balcão…muito papo rolando e o povo sorridente e receptivo…um esquenta bacana antes do show de blues e rock que rolou em seguida….O “palco” no mesmo nível do resto do bar, permite ficar bem pertinho dos músicos. E quando começou o “pocket show” ficou melhor…som bacana. O show tem umas tantas pausas…entre uma e outra dá pra retomar o papo e puxar papo com todo mundo. Além de papo, muito xaveco. Boa interação entre o pessoal.
Conhecemos o Gustavo, gente boa que trabalha no Banco Espírito Santo e estava lá com outros amigos homenageando um amigo falecido. Forma UP de homenagear um amigo. Né não ? Homenagem digna de registro.
De resto ficou claro que para este frio que anda fazendo e essa chuvinha chata no país todo, ou você fica em casa lendo um livro, vendo um filme bacana, navegando na internet, namorando pelado no edredon, ou…se sair….procure música e a noite certamente será prazerosa..!
Recomendamos o All Black, na esquina da Peixoto Gomide com Oscar Freire….somzinho bacana, comida nota 10 e bem frequentado.
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